Preguiça, sono e frio

11 06 2009

duda
Acordei com o friozinho no rosto e minha mãe dizendo que era sábado apenas murmurei, hoje é feriado e tentei voltar a dormir, mas já não me era possível.
Me livrei das cobertas e aos poucos fui acordando – quase, primeiro os braços, espriguiçando, faltou pano de blusa na região do quadril e o frio tocou minha pele. Voltei para debaixo das cobertas, as bombas lá fora, as crianças acordam cedo para antecipar o clima do São João.
Levantei e a passos lentos fiz o que tive que fazer, no meio da manhã a animação me contaminou e dancei Gossip e fui no vizinho da rua da frente de pijama e fiz e aconteci até sentar aqui, planejei trabalhar um pouco nos meus textos, tentei aprender francês via wikipédia (lendo artigos sobre artistas ou demais coisas de meu interesse), tentei me entreter com alguns sites e até me surpreendi: O Peter Doherty foi preso outra vez, mas logo ele sai.
Sai e voltei fui buscar blusa de frio e acabei tomando um suco gelado que me deixou com mais frio ainda faltam quarenta minutos para a manhã terminar, é sempre assim. Começo a perceber certo ritmo entre meus textos, talvez a partir do momento em que eu observo esse ritmo pode sumir, talvez não.
E assim começa um novo turno e novas atividades, mas alguma coisa para postar aqui pelo fim da tarde, ou talvez até mais cedo, o feriado não promete muito.
Talvez eu volte a dormir, estou pensando em gastar minha tarde debaixo das cobertas, não quero ver filme, não quero ler livro, não quero pensar, quero algo mais. Quero algo que ainda não sei o nome.

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