Grêmio X Alunos (?)

17 06 2009

Passeando pelos tópicos da comunidade no orkut sobre o colégio, vi um tópico relacionado a uma possível festa junina no local, acabei lendo alguns comentários a cerca do grêmio estudantil.
Os alunos afirmam que o Grêmio não faz nada e por sua vez os alunos que ocupam cargos no grêmio afirmam que ninguém se dispõe a fazer nada, agora eu me coloquei a pensar onde estaria o problema.
Sem dúvida este está em abas as partes, já que o Grêmio deveria perceber que se é na comunidade que as críticas e comentários tomam força, é por lá que deveriam começar sua estratégia, entanto dispostos a responder dúvidas e debater assuntos, como esse próprio da festa que eu sei bem (por experiência própria durante o ano passado) não é um assunto fácil para se discutir ante a direção da escola, mas tendo consciência disso é que os responsáveis e porta-voz dos alunos deveriam expor aos mesmos os pré-requisitos que a direção impôs usando como meio por exemplo um tópico da própria comunidade para que estes sejam discutidas e uma solução plausível possa ser tomada.
Os alunos por sua vez deveriam tomar para si o direito que eles tem de debater e levas suas questões ao grêmio, para que uma solução possa ser encontrada, eu sei que muitos não se sentem a vontade para chegar na sala do grêmio e falar alguma coisa, mas o que eles tem que ter é consciência de que aquele é um espaço comunitário e os horários de funcionamento que ficam ali expostos não é para serem ignorados, pois as pessoas se dispuseram a estar ali como um meio entre alunos e direção afim de planejar e agir de acordo com o que a maioria aprovar, pois a realização de projetos não depende exclusivamente do Grêmio escolar, mas sim de uma parceria e cumplicidade entre diretoria e corpo discente.
Isso tudo pode ser um trabalho desgastante e cansativo que aparentemente não traz resposta, mas as conquistas estudantis não são ganhas da noite para o dia assim, tijolo após tijolo construímos uma sociedade mais justa, partindo do pequeno grande pedaço que é a escola.





Preguiça, sono e frio

11 06 2009

duda
Acordei com o friozinho no rosto e minha mãe dizendo que era sábado apenas murmurei, hoje é feriado e tentei voltar a dormir, mas já não me era possível.
Me livrei das cobertas e aos poucos fui acordando – quase, primeiro os braços, espriguiçando, faltou pano de blusa na região do quadril e o frio tocou minha pele. Voltei para debaixo das cobertas, as bombas lá fora, as crianças acordam cedo para antecipar o clima do São João.
Levantei e a passos lentos fiz o que tive que fazer, no meio da manhã a animação me contaminou e dancei Gossip e fui no vizinho da rua da frente de pijama e fiz e aconteci até sentar aqui, planejei trabalhar um pouco nos meus textos, tentei aprender francês via wikipédia (lendo artigos sobre artistas ou demais coisas de meu interesse), tentei me entreter com alguns sites e até me surpreendi: O Peter Doherty foi preso outra vez, mas logo ele sai.
Sai e voltei fui buscar blusa de frio e acabei tomando um suco gelado que me deixou com mais frio ainda faltam quarenta minutos para a manhã terminar, é sempre assim. Começo a perceber certo ritmo entre meus textos, talvez a partir do momento em que eu observo esse ritmo pode sumir, talvez não.
E assim começa um novo turno e novas atividades, mas alguma coisa para postar aqui pelo fim da tarde, ou talvez até mais cedo, o feriado não promete muito.
Talvez eu volte a dormir, estou pensando em gastar minha tarde debaixo das cobertas, não quero ver filme, não quero ler livro, não quero pensar, quero algo mais. Quero algo que ainda não sei o nome.